Tributando o consumo

Sobre a política tributária no Brasil e no Paraguai, Alexandre Costa e Micael Alvino da Silva publicaram um texto na Revista Orbis Latina intitulado: Tributando o consumo: uma análise sobre as políticas tributárias do Brasil e do Paraguai.

O texto completo está aqui: https://revistas.unila.edu.br/orbis/article/view/1367

Resumo:

A partir da constatação de que a tributação é a principal forma de receita dos Estados, argumentaremos que tanto no Brasil quanto no Paraguai há uma opção por se tributar mais o consumo e menos a renda e o lucro. Considerando estatísticas internacionais, sugeriremos que em ambos os casos se deveria tributar mais rendas e lucros e menos consumo. Trata-se de uma sugestão de difícil implementação, já que a política tributária possui implicações complexas e, no caso paraguaio, possui estreita relação com o comércio internacional ilícito (triangulação).

American Crossings

Uma resenha do livro “American Crossings”, publicada na Revista Contexto Internacional, do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da PUC Rio. No livro há dois artigos específicos sobre a Tríplice Fronteira.

“[…] Outro aspecto importante abordado pelo autor é sua proposta de que há duas visões sobre a problemática do terrorismo na Tríplice Fronteira. A primeira visão, e na qual o autor se insere, é a de que “há terroristas”, baseada em “evidências” de “vários analistas” e de agências e do governo dos Estados Unidos. A segunda visão é a de que “não há terroristas” e seria baseada no antiamericanismo originado em explicações da política externa dos Estados Unidos contra árabes, muçulmanos e América do Sul como terra sem lei.”

Texto completo: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-85292019000100235&lng=en&nrm=iso

O Comércio Exterior do Brasil

As relações internacionais podem ser medidas pelo nível do comércio entre os países. Como em qualquer comércio, em nível internacional há os clientes (países ou regiões para os quais exportamos) e os fornecedores (países ou regiões dos quais importamos). 

Se considerarmos a média dos últimos cinco anos, os principais clientes do Brasil foram: Ásia (US$ 70,8 bilhões), Europa (US$ 45 bilhões), América do Sul (US$ 34,6 bilhões), América do Norte (US$ 31,4 bilhões) e Oriente Médio (US$ 10 bilhões). 

Já os fornecedores são: Ásia (US$ 58,2 bilhões), Europa (US$ 46,2 bilhões), América do Norte (US$ 35,8 bilhões) e América do Sul (US$ 24 bilhões). O Oriente Médio aparece em sétimo lugar com média de US$ 5 bilhões.

Em números absolutos, o principal parceiro comercial do Brasil é a China. A América do Sul é um espaço comercial importante, no qual a Tríplice Fronteira é uma espécie de ramal. Dentro da América do Sul, mais da metade do volume de exportações e importações do Brasil ocorre no âmbito do Mercosul.

Nesta lógica, o Mercosul tem importância similar aos Estados Unidos no que se refere às exportações. O Brasil exportou para o bloco, nos últimos cinco anos, US$ 20,2 bilhões e para os Estados Unidos US$ 24,8 bilhões. No que se refere à importação, o que ingressou dos Estados Unidos (US$ 28,8 bilhões) é o dobro do que veio do Mercosul (US$ 14 bilhões).

Muitos temas concorrem para o aumento ou a diminuição do comércio exterior. A crise econômica do Brasil dos últimos anos, por exemplo, foi responsável por alterar o cenário de modo geral. Somente as exportações para a Ásia, América do Norte e Oriente Médio retomaram, em 2017, o patamar atingido em 2013. De todo o mundo, o Brasil importava US$ 241 bilhões em 2013 contra US$ 217 bilhões em 2017.

Quanto às importações, o valor em 2013 era de US$ 239 bilhões e caiu para US$ 150 bilhões em 2017. Com nenhuma região do mundo foi possível retomar os números de 2013. A boa notícia é que alguns indicadores econômicos do Brasil têm melhorado nos últimos meses. No mundo globalizado, o comércio internacional é também um termômetro para a economia doméstica.

(Revista 100 Fronteiras, Edição 159)

Tríplice Fronteira: temas presentes e futuros

O terrorismo e o comércio ilícito são os “novos temas” predominantes no estudo da Tríplice Fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai. Argumentar-se-á que há espaço para temas como o desenvolvimento sustentável e o papel de Itaipu Binacional, já que são implicados diretamente com o futuro das relações entre Brasil e Paraguai, da Tríplice Fronteira e da América do Sul.

Artigo completo em: http://www.mundorama.net/?p=24981

Presentation: Paraguay & Nuclear Rapprochement between Argentina and Brazil at the AmAnthro2018 Conference — Christine Folch

Citar

Catastrophic Hypotheses, Energy Infrastructure, and Environmental Diplomacy as State Power in South America Friday, November 16, 2018 10:45 AM – 11:00 AM Room: Hilton, Lobby/Street Level, Almaden Ballroom II

via Presentation: Paraguay & Nuclear Rapprochement between Argentina and Brazil at the AmAnthro2018 Conference — Christine Folch